Violência contra mulher: Todos estados terão juizados especializados em 2011
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http://www.conjur. com.br/2010- mar-16/2011- juizado-combate- violencia- domestica- estar-todo- pais
sábado, março 20, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
RECEBEMOS INUMEROS PEDIDOS DE MUDANÇA DA DATA DO CHURRASCO QUE REALIZAREMOS COMO MARCO COMEMORATIVO DA APROVAÇÃO DA APOSENTADORIA ESPECIAL PARA AS MULHERES MILITARES DE MINAS GERAIS.
ALGUNS DOS PROCEDIMENTOS PRECISAM SER ULTIMADOS PARA QUE POSSAMOS VIABILIZAR A PARTICIPAÇÃO DE TODAS AQUELAS QUE ASSIM O DESEJAREM, MAS DE ANTEMÃO PARA QUE TODAS POSSAM SE PROGRAMAR, ATÉ PORQUE SOMOS POLICIAIS E O TRABALHO ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR, VAMOS DIVULGAR A NOVA DATA. ELA FOI MUDADA PARA FACILITARMOS PARA O PESSOAL DO INTERIOR QUE QUISER PARTICIPAR. ASSIM SERÁ NO DIA 17 DE ABRIL, A PARTIR DE 11 HORAS.
PEDIMOS DESCULPAS A TODAS QUE INICIALMENTE SE PROGRAMARAM PARA O DIA 11 DE ABRIL, MAS APÓS PONDERARMOS, ENTENDEMOS QUE ESSA DATA PERMITIRÁ QUE MAIS MULHERES PARTICIPEM COM SUAS FAMÍLIAS.
FOI COM A PARTICIPAÇÃO DE NOSSOS FAMILIARES QUE CONSEGUIMOS VENCER. ELES MERECEM COMEMORAR CONOSCO!
ESPERAMOS POR VOCÊ LÁ.
sexta-feira, março 12, 2010
BALANÇO
Escrava do lar
Hoje, Dia da Mulher, o Ipea divulga estudo mostrando que quase nada mudou no espaço doméstico. Mesmo quando estudam, têm profissão e ganham dinheiro, as mulheres são responsáveis quase exclusivas pela casa e pelos filhos. No máximo, se afortunadas, delegam o serviço pesado para outras mulheres - as empregadas domésticas.
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Desequilíbrio
O Ipea captou no Brasil uma realidade mundial. Pesquisa da OIT em vários países, divulgada sexta-feira, revelou que as mulheres trabalham 57,1 horas semanais e os homens, 52,3 horas. Detalhe: 37% da jornada feminina se refere ao trabalho doméstico. Já os homens dedicam à casa apenas 18% do tempo. Ou seja, a mulher se divide entre profissão e família, enquanto o homem permanece mais focado na carreira.
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Mercado reflete
O desequilíbrio de atribuições no lar explica as desigualdades de gênero no mercado de trabalho. Escrava do lar, a mulher ganha menos e tem mais dificuldades de ascensão. Já o homem, senhor que se serve da estrutura doméstica mantida pela mulher, fica com os melhores cargos e salários. Está havendo mudanças, mas elas são lentas.
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Novo homem
Lais Abramo, da OIT, diz que a entrada da mulher no mercado de trabalho não foi seguida por uma reorganização das funções domésticas. Ou seja, a mulher foi assumindo atividades "masculinas", mas o homem ainda resiste ao serviço "feminino". A definição tradicional de papéis domésticos é a última fronteira na igualdade entre os sexos: a bastilha cultural que ainda não caiu. E ela terá que cair, cedo ou tarde, pois, cada vez mais, mulheres reclamam um "novo homem". E parecem dispostas a viver sozinhas, se ele não quiser evoluir. Como diz Giorgio Armani, elas querem mesmo o poder.
Hoje, Dia da Mulher, o Ipea divulga estudo mostrando que quase nada mudou no espaço doméstico. Mesmo quando estudam, têm profissão e ganham dinheiro, as mulheres são responsáveis quase exclusivas pela casa e pelos filhos. No máximo, se afortunadas, delegam o serviço pesado para outras mulheres - as empregadas domésticas.
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Desequilíbrio
O Ipea captou no Brasil uma realidade mundial. Pesquisa da OIT em vários países, divulgada sexta-feira, revelou que as mulheres trabalham 57,1 horas semanais e os homens, 52,3 horas. Detalhe: 37% da jornada feminina se refere ao trabalho doméstico. Já os homens dedicam à casa apenas 18% do tempo. Ou seja, a mulher se divide entre profissão e família, enquanto o homem permanece mais focado na carreira.
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Mercado reflete
O desequilíbrio de atribuições no lar explica as desigualdades de gênero no mercado de trabalho. Escrava do lar, a mulher ganha menos e tem mais dificuldades de ascensão. Já o homem, senhor que se serve da estrutura doméstica mantida pela mulher, fica com os melhores cargos e salários. Está havendo mudanças, mas elas são lentas.
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Novo homem
Lais Abramo, da OIT, diz que a entrada da mulher no mercado de trabalho não foi seguida por uma reorganização das funções domésticas. Ou seja, a mulher foi assumindo atividades "masculinas", mas o homem ainda resiste ao serviço "feminino". A definição tradicional de papéis domésticos é a última fronteira na igualdade entre os sexos: a bastilha cultural que ainda não caiu. E ela terá que cair, cedo ou tarde, pois, cada vez mais, mulheres reclamam um "novo homem". E parecem dispostas a viver sozinhas, se ele não quiser evoluir. Como diz Giorgio Armani, elas querem mesmo o poder.
quinta-feira, março 11, 2010
PEC SOBRE APOSENTADORIA ESPECIAL PARA MULHERES POLICIAIS CIVIS EM TRAMITE NA ALEMG
Essa conquista para as policiais civis é a extensão do esforço concentrado efetuado pela AMPROSEG - Associação das Mulheres Profissionais de Segurança Pública em prol da regulamentação da aposentadoria especial para as mulheres militares mineiras.
Via reflexa, as policiais civis se beneficiaram da conquista e agora sua trajetória será menos árdua.
Nos colocamos à disposição para o apoio que se fizer necessário.
Via reflexa, as policiais civis se beneficiaram da conquista e agora sua trajetória será menos árdua.
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