Por determinação da Justiça Federal em Campo Grande (MS), o Ministério da Saúde vai comprar doses de um remédio que, ao todo, custarão R$ 179,5 mil para o tratamento de uma doença rara, a histiocitose, que se manifesta como o câncer e afeta uma criança de três anos de idade.
Leia em: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/11/10/justica-manda-governo-pagar-tratamento-de-r-179-mil-a-crianca-com-doenca-rara-em-ms.jhtm
quinta-feira, novembro 10, 2011
Padrasto mata criança de dois anos por ciúmes da mulher
Ele confessou ter asfixiado o menino em um matagal; caso aconteceu na Grande SP
Servidores da Saúde fazem segundo dia de paralisação em Minas
Protesto reuniu manifestantes na manhã desta quinta-feira (10).
Categoria reivindica reajuste salarial.
Categoria reivindica reajuste salarial.
Do G1 MG
Servidores da saúde pública de Minas Gerais fazem o segundo dia de
paralisação nesta quinta-feira (10). Pela manhã, alguns manifestantes se
concentraram em frente ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo
Horizonte. Desde esta quarta-feira (9), algumas unidades de saúde estão com
escala reduzida, atendendo somente casos de urgência, segundo sindicado que
representa a categoria.
O Diretório Central dos Estudantes (DCE) reivindica um “outro projeto de segurança” para a USP, no qual a reitoria se responsabilize por um plano de iluminação no câmpus, política preventiva de segurança, abertura do câmpus à população para que aumente a circulação de pessoas, abertura de concurso público para uma guarda universitária treinada para prevenção dos problemas de segurança e com efetivo feminino para a segurança da mulher, mais ônibus circulares e um transporte que ligue a universidade ao metrô Butantã.
Os alunos querem a saída da Polícia Militar do câmpus, o fim do convênio da USP com a Secretaria de Segurança Pública, a liberdade aos presos (sem punições administrativas ou criminais), a retirada de todos os processos “movidos contra estudantes por motivos políticos” e a saída do reitor João Grandino Rodas.
Os alunos querem a saída da Polícia Militar do câmpus, o fim do convênio da USP com a Secretaria de Segurança Pública, a liberdade aos presos (sem punições administrativas ou criminais), a retirada de todos os processos “movidos contra estudantes por motivos políticos” e a saída do reitor João Grandino Rodas.
Secretário de Segurança do Rio diz que prisão de Nem é um grande passo no combate ao crime
Chefe do tráfico na Rocinha foi preso na madrugada desta quinta-feira na zona sul
Leia em: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/secretario-de-seguranca-do-rio-diz-que-prisao-de-nem-e-um-grande-passo-no-combate-ao-crime-20111110.html
Assinar:
Postagens (Atom)