Para aqueles policiais e bombeiros que residem no interior, no site www.sargentorodrigues.com.br há uma relação de cidades em que as entidades de classe disponibilizarão transporte para a Capital com destino à assembleia geral.
segunda-feira, maio 09, 2011
AMPROSEG É CONVIDADA PARA PARTICIPAR DA CAMPANHA SALARIAL PM/BM 2011
Foto retirada do site do Deputado Sargento Rodrigues
Após várias tentativas de participar juntamente com as outras entidades de classe das discussões e negociações acerca da campanha salarial PM/BM 2011, no dia 05 de maio, fomos convidadas pelo Deputado Sargento Rodrigues para Audiência Pública que tratava do tema.
Tomamos assento à mesa juntamente com outras entidades de classe e representadas pela nossa Presidente do Conselho Fiscal, Capitão Angela Maria de Carvalho Araújo deixamos a mensagem do apoio da mulher policial e bombeiro militares às reivindicações, pontuando ainda a situação peculiar da mulher que em virtude de seu papel social não pode se dar ao luxo de arrumar outro emprego paralelo ("bico") para aumentar sua renda e fazer face às suas despesas, pois muitas de nós somos chefes de família e também desejamos um salário digno e que remunere com justiça a profissão que é, no mínimo, fonte de nosso adoecimento precoce, em razão de seu grau de periculosidade.
Não podemos nos furtar de dizermos que há tempos, vimos reivindicando nossa participação nas Reuniões, inclusive com os comandos das corporações, pois já participamos das assembleias da categoria, mesmo sem sermos reconhecidas como um segmento que deve estar representado.
Observa-se nos processos de participação em geral, nao apenas nas corporações militares, mas na própria sociedade, a exclusão da mulher, ou a sua inclusão apenas por exigência da lei de cotas, e quase nunca como um ser humano que devido às suas peculiaridades precisa ter voz.
Agora que fomos incluídas no processo, esperamos dele participar em sua totalidade, levando as necessidades da mulher e a nossa contribuição para as negociações.
Agradecemos ao Deputado Sargento Rodrigues que provou ser um homem aberto às mudanças do século XXI e principalmente não temer a mulher, vendo-a como uma colaboradora e não como uma ameaça.
AMPROSEG REALIZOU O I ENCONTRO DE MULHERES PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PUBLICA, EM COMEMORAÇÃO AO DIA NACIONAL DA MULHER
O dia 27 de abril foi escolhido pela Associação de Mulheres Profissionais de Segurança Pública - AMPROSEG para comemorar o Dia Nacional da Mulher.
Em parceria com a Associação das Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais - ASPRA PMBM o evento aconteceu à Rua Alvares Maciel 108, no Bairro Santa Efigênia.
O evento teve a palestrante Carla Barrio, falando sobre sexualidade feminina e concomitantemente a realização de workshop de beleza com a participação de Intimística (Shirley Siléia dos Santos Furtado), Mary Kay (Consultora Flavia Mariana Soares Figueiredo), Natura (consultora Isabel Vasconcellos) e Boticário. Ao final do evento houve sorteio de brindes para as presentes, bem como um coquetel patrocinado pela ASPRA.
A AMPROSEG contou ainda com outros parceiros para realizar o evento entre eles: Harmonia Imóveis (assistente de vendas Lucas Miranda); a Sargento Wanda Lellis do Hospital da Polícia Militar; Sargento Monica Fernandes Neto e seu esposo José Luis dos Santos, o Tenente Elcio de Freitas; Vanessa Martins Lamounier (fotógrafa responsável pelas fotos do evento exibidas neste blog; a produtora LOS ANDES que filmou todo o evento.
Agradece a todos a participação no evento e o apoio dado para que ele pudesse se realizar.
terça-feira, abril 26, 2011
AMPROSEG COMEMORA DIA NACIONAL DA MULHER
Juntamente com um grupo de mulheres pioneiras Jerônima Mesquita fundou o Conselho Nacional das Mulheres, em 1947, no Rio de Janeiro. O Conselho Nacional de Mulheres do Brasil (CNMB) é organização cultural, não governamental, que tem por objetivo a defesa da condição da mulher.
Entre as conquistas do Conselho estão o direito ao voto, as fundações da Pró-Mater, Hospital Beneficente destinado a acolher gestantes pobres, e da Associação Cruz Verde, que lutou contra a fome, a febre amarela e a varíola no início do século 20. A Lei 6.791/80, que criou o Dia Nacional da Mulher só foi sancionada por João Batista Figueiredo, após a data ter sido aprovada no Congresso Nacional em vista da mobilização de 300 mulheres, em 1972, que consideravam oportuno ter mais uma data, além do Dia Internacional da Mulher.
Jerônima foi responsável pela fundação do Movimento Bandeirante no Brasil, em 1919. a criação do Movimento Bandeirante no Brasil foi um reflexo das mudanças ocorridas no decurso da I Guerra Mundial, quando a mulher alcançou certa emancipação, por ter participado de responsabilidades até então reservadas exclusivamente para os homens. As atividades eram essencialmente aulas de primeiros socorros, enfermagem e puericultura.
Jerônima destacou-se por sua atuação como feminista, sufragista e assistente social. Foi uma mulher de fibra que não se deixou intimidar pelas regras sociais elaboradas e imposta pelos homens. De família rica, dedicou sua vida a ajudar mulheres que tinham muito menos que ela. Andou entre doentes e ajudou a aplacar a dor dos feridos durante a I Guerra Mundial. Buscou justiça através da igualdade de homens e mulheres perante a lei. Sua luta e de suas companheiras, como Bertha Lutz possibilitaram que muitos avanços sociais e políticos fossem conquistados pelas mulheres no Brasil.
Depois de tantas décadas de luta pelos direitos da mulher e contra a injustiça, a leopoldinense Jerônima Mesquita faleceu na cidade do Rio de Janeiro, onde morava, em 1972. Quando foi finamente aprovada a lei que instituía o dia Nacional de Mulher, ficou decidido que este dia seria 30 de abril, data de seu nascimento.
Fonte:
Fonte:
http://historiadoensino.blogspot.com/2009/07/jeronima-mesquita-e-luta-pelos-direitos.html
segunda-feira, abril 04, 2011
VOCABULÁRIO FEMININO
Leila Ferreira
Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
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