quarta-feira, novembro 09, 2011

Mamógrafo móvel realizou 850 exames em Minas Gerais

O mamógrafo móvel, disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), realizou 850 mamografias em 12 municípios mineiros durante o mês passado, quando foi realizado o movimento internacional Outubro Rosa. Em Uberlândia, foram realizados 100 exames.

Ainda no último mês, a SES anunciou um conjunto de ações que até 2014 vão impactar na redução da mortalidade de mulheres entre 45 e 69 anos. Trata-se de um estímulo a mamografias por rastreamento, aumentando o acesso das mulheres mineiras ao exame. Esses exames são realizados em mulheres acima de 45 anos, sem sintomas aparentes e que fazem a mamografia por prevenção. Dados parciais do Programa de Avaliação e Vigilância do Câncer da SES apontam que, em 2007, a mortalidade por 100 mil mulheres foi de 981. Já em 2008, o número de óbitos passou para 1.076 e, em 2009, para 1.071.
De acordo com o coordenador estadual do Programa Viva Mulher, Sérgio Bicalho, a importância deste rastreamento é que ele será feito de forma organizada e na quantidade necessária. “O momento é único para se realizar o rastreamento e a única forma de se prevenir o câncer é através da mamografia”, disse.
Em Minas Gerais, 196.020 mulheres realizaram a mamografia na faixa etária de 45 a 69 anos, de janeiro a setembro de 2011. Em todo o ano passado, 341.622 mulheres fizeram o exame. “Para 2011, os números estão dentro do esperado, uma vez que nos últimos meses do ano, a procura pelo exame aumenta”, afirmou o coordenador.

Fonte: http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/mamografo-movel-realizou-850-exames-em-minas-gerais/

Força de Paz do Alemão tem novo comando

 Rio - A cerimônia d e passagem  de comando da Força de Pacificação, que atua no Complexo do Alemão e no Complexo da Penha, ambos na Zona Norte, foi realizada nesta segunda-feira. A 4ª Brigada de Infantaria Motorizada de Juiz de Fora, em Minas Gerais, assumiu a coordenação das ações d e preservação da ordem pública naquela região, em substituição à 9ª Brigada de Infantaria Motorizada.
O general-de-brigada Otávio Santana Rêgo Barros, comandante da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, substituirá o general-de-brigada Cesar Leme Justo. A substituição faz parte do planejamento operacional do Comando Militar do Leste (CML) e os trabalhos desenvolvidos na missão não sofrerão qualquer solução de continuidade.

Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/rio/html/2011/11/forca_de_paz_do_alemao_tem_novo_comando_204605.html

ONU lança campanha no facebook sobre divesidade cultural e inclusão

A iniciativa se dará no dia 21 de maio vindouro, em comemoração ao Dia Mundial da Diversidade Cultural.
A campanha "Faça alguma coisa pela diversidade" irá funcionar na página do facebook e servirá para que as pessoas de todo o mundo compartilhem experiências através de vídeos, mensagens. O objetivo é que as pessoas aprendam sobre outras culturas.

A distancia entre as pessoas e diversidade de culturas do mundo estão a um clique do seu mouse, pense nisto e aproveite.

Comitê da ONU quer explicações do Brasil sobre maus-tratos a gestantes


 São Paulo – O grupo das Nações Unidas que combate a discriminação às mulheres espera obter em fevereiro uma resposta do Brasil sobre a implementação de recomendações para acabar com os maus-tratos a gestantes em hospitais das redes pública e privada. É quando o país terá de apresentar um relatório sobre a decisão proferida em agosto deste ano, e considerada revolucionária ao reconhecer a morte materna como uma violação de direitos humanos.
O Comitê para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher da Organização das Nações Unidas (Cedaw, na sigla em inglês) partiu do caso de Alyne da Silva Pimentel, morta aos 28 anos na cidade de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, em um hospital privado contratado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por falta de atenção médica, o feto, morto, não foi retirado do corpo dela, o que levou a um agravamento do quadro de saúde.
A brasileira Sílvia Pimentel, presidenta do comitê, conta que os médicos da unidade fizeram o atendimento baseado em um diagnóstico - equivocado - de hemorragia digestiva. “Um erro rudimentar”, afirma. Ela considera que este será um caso muito especial para o desenvolvimento de uma jurisprudência internacional que proteja os direitos humanos específicos das mulheres.
Em agosto, a entidade ligada à ONU emitiu uma série de recomendações, como prestar a reparação financeira considerada adequada à família da vítima, proporcionar formação completa aos profissionais de saúde, com ênfase nos direitos reprodutivos, esclarecer os agentes do Judiciário sobre a aplicação da legislação a respeito e assegurar a existência de instalações médicas privadas adequadas. “É preciso reduzir as mortes maternas evitáveis através da implementação do acordo pela redução da mortalidade materna”, alerta Sílvia, que participou nesta segunda-feira (7) de um colóquio na capital paulista que reúne especialistas e ativistas em direitos humanos de vários países. ”A discriminação contra a mulher está intimamente relacionada a outros fatores, como religião, orientação social, identidade, etnia.” No caso de Alyne da Silva, ela era de classe baixa e pobre.
O Brasil comprometeu-se a reduzir em três quartos, até 2015, o nível de mortalidade materna registrado em 1990. Segundo o último relatório sobre as Metas do Milênio, publicado em 2007, o país está com uma média de 75 óbitos de mães para cada 100 mil bebês nascidos vivos, o que corresponde a uma diminuição de 50% frente a 1990. É um dos objetivos em que a nação tem encontrado mais dificuldade em avançar. Será preciso alcançar ainda o acesso universal à saúde reprodutiva e deter o crescimento da mortalidade por câncer de mama e de útero.
As recomendações do Cedaw não têm força de sentença, ou seja, o Estado brasileiro não tem a obrigação de cumpri-las. No entanto, um relatório de um organismo da ONU sempre tem o potencial de arranhar a imagem de um país que busca uma inserção cada vez mais intensa no cenário global, e de um governo que quer colocar o cumprimento dos direitos humanos como centro de sua imagem internacional. Além disso, existe a possibilidade de que esses pedidos passem a influenciar a decisão de juízes em cortes regionais de direitos humanos ou que sejam aproveitadas pelo Judiciário nacional.

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/11/comite-da-onu-quer-explicacoes-do-brasil-sobre-maus-tratos-a-gestantes

2012 " ANO INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS"

COOPERATIVAS ONU ao resgate
Elizabeth Whitman

Nova York, Estados Unidos, 4/11/2011, (IPS) - Consideradas economicamente viáveis e socialmente responsáveis, as cooperativas operam em setores que vão desde a agricultura até as finanças e a saúde.



Crédito: UN Photo/Rick Bajornas.
Monique Leroux, presidenta e diretora-geral do Desjardins Group, fala sobre a crise financeira e o papel dos bancos cooperativos
No entanto, ocupam um lugar marginal no interesse dos governos. Ao lançar o Ano Internacional das Cooperativas 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) pretende reverter essa situação.

Para isso a ONU se propôs três objetivos: aumentar a consciência sobre esse modelo empresarial e sua contribuição positiva, promover sua formação e o crescimento e impulsionar seus Estados-membros para que adotem políticas que favoreçam sua expansão. E conta com o apoio de seu Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (Daes) e do Comitê para a Promoção e o Progresso das Cooperativas (Copac).

Sem importar o setor no qual atuam, as cooperativas são consideradas modelos de empresas bem-sucedidas porque seus integrantes são responsáveis por todas as decisões da instituição. Além disso, não objetivam a maximização dos lucros, mas atender as necessidades de seus membros, que participam do gerenciamento.

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